Menos ficha de frigobar somada e menos caixa fechado à mão. A recepção volta para o hóspede.
Simulação da nossa equipe: uma pousada de 30 quartos e 14 pessoas, com café da manhã, 495 diárias por mês e 60% das reservas por OTA. Tempo estimado.
Cada reserva da OTA custa de 15% a 18%. A sua reserva direta, não.
Um fluxo por linha, com as horas que ele devolve por mês. O rótulo diz o que ainda está para chegar.
Hora liberada é capacidade: mais hóspedes com a mesma equipe. No caixa, o ganho vem do que deixa de ser pago: o sistema de administração que o CERNE assume e a comissão da reserva que sai da OTA e vem para o seu canal direto.
Sistema substituído: R$ 1.639 por mês no perfil de gestora de temporada (Stays Administrador, R$ 199 mais 1,8% das reservas, preço público, numa gestora de 20 imóveis); o channel manager segue pago à parte. Comissão evitada: de R$ 0 a R$ 434 por mês, se até 3% da receita de OTA passar ao canal direto.
Cada quadrado é 10 horas do mês da pousada. Em 49% delas o CERNE entra: automatiza, elimina, padroniza ou apoia com IA. Limpar, cozinhar, consertar e receber o hóspede seguem com a equipe.
Mapeamos 31 processos e 156 tarefas de uma pousada de referência, com o tempo e a frequência de cada uma. Cada tarefa recebeu um veredicto (eliminar, padronizar, automatizar, apoiar com IA ou manter humano) e o módulo do CERNE responsável.
Comece pelo diagnóstico da sua operação