Menos pedido e estoque conferidos à mão, menos rastreio respondido um a um. A equipe volta para vender.
Simulação da nossa equipe: uma loja de moda de 15 pessoas, com ponto físico, site e dois marketplaces, 750 pedidos online e 900 vendas no balcão por mês. Tempo estimado.
No Reclame Aqui, 17 lojistas reclamaram no último ano de dinheiro da venda retido pela plataforma, um deles com R$ 22 mil.
Um fluxo por linha, com as horas que ele devolve por mês. O rótulo diz o que ainda está para chegar.
Hora liberada é capacidade: vender mais pedidos com a mesma equipe, sem contratar para a Black Friday. No caixa, o ganho vem das mensalidades que deixam de ser pagas quando o CERNE vira o sistema principal da loja.
Sistemas substituídos, preço de lista: R$ 270 por mês do ERP e da extensão de WhatsApp; mais R$ 199 do hub de marketplaces, quando houver os conectores; e R$ 559 da loja virtual e do 1% por venda, se o site passar para o CERNE.
Cada quadrado é 10 horas do mês da loja. Em 55% delas o CERNE entra: automatiza, elimina, padroniza ou apoia com IA. Atender no balcão, separar, embalar e despachar seguem com a equipe.
Mapeamos 33 processos e 166 tarefas de uma loja de referência, com o tempo e a frequência de cada uma. Cada tarefa recebeu um veredicto (eliminar, padronizar, automatizar, apoiar com IA ou manter humano) e o módulo do CERNE responsável.
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