Menos recado juntado à noite, cotação por mensagem e lista de portaria em papel. O engenheiro e o mestre voltam para a obra.
Simulação da nossa equipe: uma construtora com 3 obras simultâneas, 18 pessoas próprias e cerca de 25 trabalhadores de empreiteiros no canteiro. Tempo estimado.
No Reclame Aqui, 11 construtoras relataram sistema de obra que não conseguiram implantar e contrato anual que não deixou sair.
Um fluxo por linha, com as horas que ele devolve por mês. O rótulo diz o que ainda está para chegar.
Hora liberada é capacidade: o engenheiro acompanha mais uma obra e o mestre fica na frente de serviço. No caixa, o ganho vem dos sistemas que o CERNE substitui: gestão de obra, financeiro, tarefas, CRM e painel. Orçamento SINAPI, ART e segurança do trabalho seguem pagos à parte.
Gestão de obra e financeiro: R$ 839 por mês (preço de lista de entrada). CRM e painel: R$ 292. Tarefas (Asana): R$ 571, para quem usa; fica fora do cenário conservador.
Cada quadrado é 10 horas do mês da construtora. Em 26% delas o CERNE entra: automatiza, elimina, padroniza ou apoia com IA. Executar, preparar, transportar e supervisionar seguem com a equipe: o CERNE registra e cobra, não assenta tijolo.
Mapeamos 29 processos e 156 tarefas de uma construtora de referência, com o tempo e a frequência de cada uma em 3 obras. Cada tarefa recebeu um veredicto (eliminar, padronizar, automatizar, apoiar com IA ou manter humano) e o módulo do CERNE responsável.
Comece pelo diagnóstico da sua operação